segunda-feira, 3 de outubro de 2011

"Não perca o agora, o hoje e tudo que está ao seu redor.
 Principalmente as pessoas.
 Pois, se não notou, é por elas que você busca grandes coisas.
 De todos os beijos que você dá,
nunca saberá qual deles será o de despedida."



Nem tudo...



Nem tudo se explica...
E é assim que o novo se apresenta, sem se apresentar...
Te toma, te rouba e te domina...
Lutar? Não...
Prefiro a entrega sem perguntas, confio e vou...
A felicidade é um estado desconhecido até que se prove.
Não se prive das suas demonstrações mais singelas.
O óbvio é mágico e instigante.
Somente para olhos aguçados e corações suscetíveis.



domingo, 2 de outubro de 2011



 



Viver é meu código e meu enigma.
 E quando eu morrer serei para os outros
 um código e um enigma.
Despenhadeiros...
Eu não sabia que o perigo
 é o que torna preciosa a vida.
A morte é o perigo constante da vida...



sábado, 1 de outubro de 2011

"Renda-se como eu me rendi.
Mergulhe no que você não conhece, como eu mergulhei.
Pergunte, sem querer a resposta, como estou perguntando.
Não se preocupe em "entender".
Viver ultrapassa todo o entendimento."



(Clarisse Lispector)


“Desatei os nós. Libertei pequenos sentimentos que agigantavam ressentimentos...
Esvaziei os bolsos da culpa. Me desfiz de algemas disfarçadas de pesados acessórios.
Joguei fora velhos discursos, falsas estórias, rostos desbotados, há tempos guardados.
Vasculhei meus labirintos sem medo. Reencontrei velhos fantasmas que não mais me amedrontavam. Encontrei as chaves que aprisionavam o perdão. Quebrei as paredes dos porões da alma, para respirar, para deixar a luz entrar. Deixei de querer ser mártir, vítima, personagem.
Me comprometi com a verdade. Essa verdade que não se mostra em fotos sorridentes.
 Fiz as pazes com a serenidade. Reconstruí minha casa na árvore.
Parei de sabotar minha felicidade.”


"Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar."

(Clarice Lispector)