domingo, 20 de dezembro de 2015
sábado, 28 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
segunda-feira, 25 de maio de 2015

Que corpo é esse que já não se aguenta?
Que resiste ao limiar
Que desaba sobre si
Músculos e ossos
Poros e narinas
Olhos e joelhos
Seios, costas, cataratas
Suas torres de vigia
Que corpo é esse?
Que pulsa, escuta,
Expulsa, abraça
Comporta, contém
O corpo ocupa! O corpo não é culpa
O corpo, a culpa, o espaço
Que corpo é esse?
Que protege, reage
Que é origem e passagem
Que corpo é esse que já não se aguenta?
Que se esgota
E não se resgata
Aqui
Por enquanto
É tudo ainda!
O Teatro Mágico*
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
“…descobri que carregamos conosco muitas Matrioscas.
Temos uma aparência externa, a grande matriosca,
a que todo mundo vê, e no interior, várias outras, parecidas,
cada uma delas carregando consigo predicados e defeitos.
São elas que nos fazem fortes, destemidas, ousadas, desaforadas,
sábias, justas, ou inconsequentes.
São elas também que vacilam, sofrem e choram.
O importante, porém, é o renascer constante;
é a sabedoria de olhar lá fora e descobrir saídas possíveis.
E como diz Adélia Prado, “Mulher é desdobrável. Eu sou”.
E temos várias camadas, digo eu, como as Matrioscas!
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