terça-feira, 8 de abril de 2014

“Há qualquer coisa de longínquo em mim neste momento.
 Estou de fato à varanda da vida, mas não é bem desta vida. (...)
 Sou todo eu uma vaga saudade, nem do passado, nem do futuro:
 sou uma saudade do presente,
 anônima, prolixa e incompreendida.”





Fernando Pessoa* 

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